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 O que é UX e por que dizem que ele está com os dias contados?

 Não é de hoje que o design como o conhecemos vem ganhando novas vertentes. E isso não quer dizer que os sobrinhos aprenderam a usar os softwares de edição de imagem, não. Design é coisa séria, ainda mais para empresas que querem resultados.

Em uma estratégia digital, essa dinâmica não poderia ser diferente. E foi assim que nasceu o UX Design (uma abreviação de user experience), uma proposta de comunicação que leva em consideração como o usuário “sente” enquanto navega no site.

Prestar atenção nisso é muito importante. Um design bem elaborado para um site ou para um aplicativo, por exemplo, é um fator que ajuda muito no processo de passar confiança para um potencial cliente.

Hoje em dia a comunicação está se voltando para entender as necessidades de quem se relaciona com as organizações, ou seja, as pessoas que são consumidoras e clientes (se quer saber mais sobre a comunicação mais humanista, clique aqui).

Falando de design, a regra de ouro de um bom trabalho de UX é fazer com que o usuário tenha uma experiência única e inesquecível enquanto estiver em contato com empresas e marcas no ambiente digital. O objetivo do UX designer é criar interfaces amigáveis.

Mas o que amigável quer dizer? Para deixar mais claro o que esse termo significa, um bom exemplo é a estrutura dos sites: elementos visuais mais diretos, com botões bem definidos, blocos de texto bem diagramados e que tenham uma estrutura visual que seja direta na mensagem que quer passar. Ou seja, uma estrutura que não crie confusão quando usuários navegarem pela página.

O fim está próximo?

A resposta para essa pergunta pode até parecer um pouco pessimista, mas na verdade não é bem assim. A história do fim do UX Design surgiu em um artigo publicado pela revista norte-americana FastCompany. Nele foram entrevistados líderes de grandes empresas que trabalham com design (como a Artefac, a Ideo e a Frog) que criaram uma lista de profissões que têm muita chance de deixarem de existir no futuro – e o designer UX estava entre elas.

Mas o que esse pessoal gabaritado realmente afirma é que o UX como o conhecemos terá suas responsabilidades divididas em outros campos de especialização. Para ficar mais claro, listamos quatro áreas que podem ganhar força com esse cenário:

1. Information Architect (IA): quem planeja e define as estruturas dos sistemas e produtos, pensando sempre no usuário.

2. Interaction Designer (IxD): responsável pelas interações, transições e animações das interfaces.

3. User Researcher: profissional que está na linha de frente pesquisando as necessidades dos usuários na hora da interação com as interfaces.

4. Experience Strategist (XS): aquele que pesquisa sobre métodos de facilitação do processo de design e elabora a estratégia do produto.

Então quem trabalha com UX Design pode ficar mais sossegado. Essa crônica de uma morte anunciada nada mais é do que um sinal de mudança, de mais oportunidades para explorar.

O temido “fim” não significa que o UX vai acabar de vez, mas evoluir para outras áreas de atuação. Essa mudança também está acontecendo com outras profissões.

Então vamos terminar este texto com uma curiosidade. Segundo a afirmativa do pesquisador Silvio Romero de Lemos Meira, referência no Brasil em tecnologia e inovação, atividades que não precisem do uso da criatividade estão condenadas à morte. Mas isso já é discussão para outro post.

O que você acha sobre a “morte” do UX? Conta para a gente!

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